Gestante espera por quadrigêmeos em produção independente

Solteira, Luciane Carvalho, 37 anos, levou um susto com o resultado da inseminação artificial e agora divulga sua história em busca de colaborações.Luciane teve o sêmen do doador introduzido em seu útero após receber uma medicação para estimulação da ovulação. Nessas condições, explica o ginecologista e obstetra Eduardo Pandolfi Passos, responsável pelo procedimento, existe o dobro de chance de ocorrer uma gestação de múltiplos em comparação com o método natural de concepção. Por inseminação artificial (caso de Luciane) ou fertilização in vitro (a fertilização se dá fora do útero, em laboratório, e depois o embrião é introduzido na paciente), a chance de gravidez de gêmeos é de 5% a 6%; de trigêmeos, até 3%; quanto a quadrigêmeos, a estimativa é de que a ocorrência seja inferior a 2%. Segundo Passos, o objetivo nunca é gerar mais de dois bebês. Na fertilização in vitro, sabe-se exatamente quantos embriões serão transferidos, enquanto na inseminação artificial não há um controle tão preciso, uma vez que a fecundação se dá no corpo da mulher. Leia matéria completa na Zero Hora

Estudo descobre marcadores que podem fazer o implante de embriões mais eficiente

Um dos principais problemas ainda existente em relação à fertilização in vitro é a necessidade de se implantar vários embriões para que, pelo menos um, resulte em gravidez. A consequência, em vários casos, é a gestação múltipla.
De acordo com um estudo publicado recentemente na revista técnica JournalAssistedReproductionandGenetics, 19 proteínas estavam presentes somente nos embriões que se fixaram no útero e 16 nos demais que não conseguiram se fixar na parede uterina.
O estudo analisou a expressão proteica – chamada de proteômica – das células ao redor do óvulo através da técnica espectrometria (análise quantitativa de substâncias). A pesquisa sugere que este seja um biomarcador eficiente para que se passe a implantar menos embriões, somente os melhores e mais adequados, evitando a gestação múltipla que, muitas vezes, resulta em complicações para a mãe e para os bebês.

Como a obesidade interfere na fertilidade

A obesidade pode interferir diretamente na fertilidade da mulher e do homem.
No caso da mulher, o excesso de peso pode alterar seu ciclo hormonal. O corpo passa a produzir mais estrógeno e ele reage como se estivesse controlando a reprodução.
No caso dos homens, a obesidade pode provocar a redução do nível de testosterona e aumentar o de estradiol, comprometendo a produção de esperma. Outra consequência é o aumentodo índice de fragmentação do DNA do espermatozoide, podendo gerar falha na fertilização.
IMC – Índice de Massa Corpórea
Calculando o IMC é possível saber se a pessoa está com o peso ideal. Para isso, divida o peso (em quilos) pela altura (em metros) ao quadrado. O ideal é que o resultado fique entre 20 e 25. IMC abaixo de 20 ou acima de 30 já podem refletira na fertilidade.
Por isso, ao decidir tentar engravidar, é importante que um profissional seja procurado, antes de mais nada, para uma avaliação geral, em caso de obesidade de um ou ambos, para estabelecer a melhor estratégia para alcançar a gravidez. A primeira delas será o emagrecimento, que já poderá reverter a dificuldade em engravidar.

Estudo descobre marcadores que podem fazer o implante de embriões mais eficiente

Um dos principais problemas ainda existente em relação à fertilização in vitro é a necessidade de se implantar vários embriões para que, pelo menos um, resulte em gravidez. A consequência, em vários casos, é a gestação múltipla.
De acordo com um estudo publicado recentemente na revista técnica Journal Assisted Reproduction and Genetics, 19 proteínas estavam presentes somente nos embriões que se fixaram no útero e 16 nos demais que não conseguiram se fixar na parede uterina.
O estudo analisou a expressão proteica – chamada de proteômica – das células ao redor do óvulo através da técnica espectrometria (análise quantitativa de substâncias). A pesquisa sugere que este seja um biomarcador eficiente para que se passe a implantar menos embriões, somente os melhores e mais adequados, evitando a gestação múltipla que, muitas vezes, resulta em complicações para a mãe e para os bebês.

Hormônios da tireoide são fundamentais para fertilidade

Você sabia que os hormônios da tireoide são fundamentais quando se trata de fertilidade? Tanto na mulher, como no homem.
Quando os hormônios são produzidos em excesso, causam o hipertireoidismo. E quando a produção é insuficiente, a consequência é o hipotireoidismo.
Homens com hipotireoidismo podem apresentar redução dos níveis de hormônios masculinos, disfunção erétil e redução no número de espermatozoides. Já as mulheres, por não terem, neste caso, a quantidade suficiente do hormônio T4, encontram maior dificuldade em engravidar porque a ovulação pode não ocorrer ou ser irregular.
No hipotireoidismo feminino, é frequente haver redução da libido, sangramento menstrual excessivo ou ausência de menstruação, e maior ocorrência de abortos espontâneos e de partos prematuros.
No hipertireoidismo, quando o hormônio TSH não está dentro do padrão de referência, a fertilidade pode ser afetada por causa da irregularidade da menstruação, o que permite a ovulação fora da fase lútea ou impede a ovulação, podendo até causar a infertilidade.
Embora haja maior dificuldade de fecundação, algumas mulheres obtêm sucesso e engravidam, mas precisam ser acompanhadas de perto pelo médico para que o desequilíbrio no metabolismo não prejudique ou elimine o feto.
Para que a gravidez aconteça, os hormônios devem atuar em equilíbrio. Só assim a ovulação e a permanência do embrião no útero poderão transcorrer normalmente, sem prejuízos ao desenvolvimento da gravidez e do feto.