Posts com Tags fatores infertilidade

Fator tubário e infertilidade

Problemas nas trompas ocorrem em 40% das mulheres que apresentam dificuldade para engravidar. Assim, a avaliação da função tubária é um dos primeiros passos na investigação da infertilidade.

As alterações nas trompas podem ser devidas a várias causas, incluindo infecções pélvicas geralmente causadas por clamídia, endometriose e miomas. Desta forma, a realização de exames como ecografia transvaginal e pesquisa de anticorpos para clamídia fazem parte da avaliação inicial. Dependendo dos resultados, um estudo mais aprofundado das trompas deverá ser realizado, através de exames de imagem como histerossalpingografia ou histerosalpingossonografia e, em muitos casos, a laparoscopia. Este último é o melhor exame para avaliar as trompas e ainda oferece a oportunidade de investigar e tratar endometriose e liberar aderências. Entretanto, tem a desvantagem de ser um procedimento invasivo, sob anestesia geral.

A escolha da melhor técnica para avaliar as trompas dependerá dos resultados dos exames iniciais, da idade da mulher e do tempo de infertilidade, entre outros fatores, e deverá ser individualizado para cada caso.

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Dúvidas sobre infertilidade

No próximo sábado, dia 26/03, a clínica SEGIR estará promovendo um encontro aberto para casais sobre infertilidade conjugal. Neste evento, serão abordadas questões relativas à infertilidade, suas causas, os vários tipos de tratamento existentes, bem como aspectos preventivos da fertilidade. Após as palestras, haverá espaço para comentários e esclarecimentos de dúvidas, diretamente com os médicos da clínica.

Este encontro é gratuito, mas as inscrições são obrigatórias e podem ser feitas pelo site www.segir.com.br.

Participe.

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Atividade física e infertilidade

O Colégio Americano de Medicina Desportiva recomenda a realização de 30 ou mais minutos de exercício físico moderado cinco dias /semana ou no mínimo 20 minutos de exercício vigoroso três vezes/semana.

Embora  o exercício esteja associado com muitos benefícios à saúde, como redução do risco de obesidade, de diabetes, de doença cardiovascular e de alguns tipos de câncer, a relação entre atividade física e infertilidade masculina não está bem documentada.

Recente trabalho publicado avaliou a relação entre atividade física regular e qualidade do sêmen em homens que procuravam atendimento em clínicas de infertilidade em Massachusetts (EUA). No total, foram avaliados 2261 homens e os resultados mostraram não haver associação entre exercício físico regular e alterações no sêmen, exceto para o grupo que pedala cinco ou mais horas/semana. Neste grupo, foi encontrado menor número de espermatozoides e com motilidade reduzida. Provavelmente isto ocorra porque o uso de bicicleta tem sido relacionado a problemas genitourinários, como disfunções eréteis e prostatites, entre outros.

Mais estudos nesta área são necessários, mas fica o alerta para casais investigando infertilidade.

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Exposição intra-uterina ao cigarro e infertilidade

O fumo durante a gestação tem sido considerado uma causa de restrição de crescimento fetal intra-uterino, baixo peso ao nascer, morte fetal e problemas respiratórios na infância. Além disto, alguns trabalhos têm mostrado que homens e mulheres expostos ao cigarro ainda na fase intra-uterina podem apresentar na vida adulta diminuição na sua fertilidade e menopausa mais precoce.Recente pesquisa realizada na Noruega entrevistou gestantes no período de 1999 a 2008, investigando se as mães destas gestantes fumavam enquanto estavam grávidas. Como resultado, foi verificado que as mulheres cujas mães fumaram durante sua gestação tiveram menor peso ao nascimento e apresentaram maior tendência à obesidade. Além disto, mulhers que receberam exposição ao cigarro na vida intra-uterina eram mais propensas a também serem fumantes durante suas gestações.Com relação à redução da fertilidade na vida adulta,  a pesquisa mostrou uma associação pequena entre exposição intra-útero ao tabaco e fertilidade reduzida, indicando que mais pesquisas são necessárias, mas deixando também um alerta sobre o potencial efeito nocivo do cigarro também nas taxas reprodutivas da população a longo prazo.

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Estilo de vida e reprodução assistida

Tem sido bastante estudado o impacto que alguns hábitos podem ter sobre a fertilidade humana. Hoje, sabe-se que o fumo, o consumo de álcool e a obesidade estão associados com infertilidade, aumento nas taxas de abortamento, complicações durante a gestação e possíveis complicações durante a infância.
Da mesma forma, a obesidade afeta adversamente os resultados da fertilização in vitro, uma vez que as pacientes obesas usam maior quantidade de drogas estimuladoras da ovulação e , em média, obtêm 30% a menos de taxas de gestação nos procedimentos de reprodução assistida. Já as mulheres fumantes necessitam do dobro de tentativas de fertilização in vitro para conceberem, se comparadas com as não fumantes. Sabe-se também que quanto mais próximo da fertilização in vitro se der o consumo de álcool, maior será o impacto negativo sobre a qualidade dos óvulos e sobre as taxas de implantação embrionária.
Assim, as atuais recomendações dos médicos especialistas em reprodução humana acerca destes hábitos é de que deve haver um esforço importante por parte do casal e da equipe que presta assistência no sentido de estimular a perda de peso e a interrupção ou redução ao máximo possível do uso do cigarro. Também, em função dos riscos elevados para o feto e recém-nascido, deve ser desestimulado o consumo de bebidas alcoólicas, devendo ser postergado o tratamento de reprodução assistida para mulheres que bebem mais de dois drinks por dia até que haja redução deste consumo.

Tem sido bastante estudado o impacto que alguns hábitos podem ter sobre a fertilidade humana. Hoje, sabe-se que o fumo, o consumo de álcool e a obesidade estão associados com infertilidade, aumento nas taxas de abortamento, complicações durante a gestação e possíveis complicações durante a infância.Da mesma forma, a obesidade afeta adversamente os resultados da fertilização in vitro, uma vez que as pacientes obesas usam maior quantidade de drogas estimuladoras da ovulação e , em média, obtêm 30% a menos de taxas de gestação nos procedimentos de reprodução assistida. Já as mulheres fumantes necessitam do dobro de tentativas de fertilização in vitro para conceberem, se comparadas com as não fumantes. Sabe-se também que quanto mais próximo da fertilização in vitro se der o consumo de álcool, maior será o impacto negativo sobre a qualidade dos óvulos e sobre as taxas de implantação embrionária.Assim, as atuais recomendações dos médicos especialistas em reprodução humana acerca destes hábitos é de que deve haver um esforço importante por parte do casal e da equipe que presta assistência no sentido de estimular a perda de peso e a interrupção ou redução ao máximo possível do uso do cigarro. Também, em função dos riscos elevados para o feto e recém-nascido, deve ser desestimulado o consumo de bebidas alcoólicas, devendo ser postergado o tratamento de reprodução assistida para mulheres que bebem mais de dois drinks por dia até que haja redução deste consumo.

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