É durante a vida intrauterina que a mulher possui o maior número de oócitos, em torno de 6 a 7 milhões. Ao nascimento, este número já se reduziu a 2 milhōes e, na adolescência, há um declínio para 300.000 oócitos.
Se durante toda a sua vida reprodutiva, uma mulher libera em média 400 a 500 oócitos, para onde vão os restantes? Os restantes sofrem um processo de atrofia, que se acelera no final dos 30 anos e se encerra na menopausa.




