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A infertilidade e o estresse

O estresse é uma resposta natural do nosso corpo diante de qualquer tipo de perigo ou pressão externa ou interna. E muitos pacientes que apresentam infertilidade acabam sofrendo de estresse devido à pressão própria, da família e dos amigos. Além da pressão por serem incapazes de ter um filho, estes pacientes sofrem com estresse causado pela rotina de tratamentos e exames para conseguirem engravidar.

Embora ter menos estresse enquanto realiza um tratamento de fertilidade não resulte, por si só, numa gravidez bem-sucedida, o ideal é que estes pacientes reduzam o estresse em sua vida. Isso porque o desenvolvimento de ações para enfrentar melhor o estresse no dia a dia associado com o diagnóstico e o tratamento da infertilidade pode ajudar um paciente a se sentir mais no controle da situação e melhorar, consequentemente, o seu bem-estar geral.

Estudos já demonstraram, inclusive, que o estresse influencia na tomada de decisões racionais e bem pensadas. Ou seja, reduzindo o estresse em seu dia a dia, um paciente com infertilidade poderá melhor pesquisar, explorar e ainda considerar todas as opções disponíveis para tratar o seu problema. Enfim, ao reduzir o estresse, os pacientes poderão analisar de forma mais eficaz os prós e contras de um tratamento e outro.

Como reduzir o estresse?

Para os pacientes com infertilidade, algumas técnicas são mais recomendadas para reduzir a sensação de estresse. Confira:

– acupuntura;
– exercício aeróbico;
– ouvir música;
– massoterapia;
– meditação;
– psicoterapia e terapia cognitivo-comportamental;
– livros de autoajuda;
– grupos educativos de apoio;
– ioga.

* Para saber mais, consulte um médico especialista em reprodução humana.

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A reprodução assistida na atualidade

Em 1978, quando nasceu o primeiro bebê de fertilização “in vitro”, uma nova era foi inaugurada. Ao longo das últimas quase quatro décadas, a reprodução assistida fez inúmeros avanços, possibilitando que casais inférteis pelas mais diversas causas, como obstrução tubária, endometriose, baixa contagem de espermatozoides, entre outras, tivessem a possibilidade de gerar filhos.

Entretanto, hoje vemos que os serviços de reprodução assistida atendem não somente casais inférteis, mas também outras situações como:

– mulheres que desejam postergar a maternidade e desejam congelar seus óvulos para que possam engravidar no futuro, quando sua reserva ovariana estiver diminuída ou ausente;

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Fertilidade e longevidade

fertilidade-longevidadeRecente publicação em revista científica mostrou que mulheres que têm seu último filho após os 33 anos vivem mais do que as que têm seu último filho até a idade de 29 anos.

Embora os autores deste trabalho tenham colocado que estes dados não devem influenciar as mulheres a terem filhos mais tarde com o objetivo de aumentar a sua expectativa de vida, alguns jornais foram rápidos ao declarar que havia boas notícias para as mulheres que querem engravidar em idade mais avançada, colocando que ” as mulheres hoje recebem muita pressão para estabelecerem suas carreiras antes de se tornarem mães. Esta pesquisa retirou a pressão das mulheres para que elas tenham seus filhos somente quando estiverem prontas, com o benefício adicional de poderem viver mais…”.

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Reprodução assistida e maternidade aos 50 anos

Cada vez mais mulheres com 50 anos de idade ou mais recorrem aos tratamentos de reprodução assistida para engravidar. Embora ofereça riscos maiores à mulher, a gravidez tardia (aos 50 anos ou mais) deixou de ser uma notícia improvável e surpreendente.

Tanto é assim que o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou, em 2015, uma resolução que dá autonomia à mulher, acima dos 50 anos, para se submeter a tratamentos de fertilização desde que assuma os riscos juntamente com o seu médico – ainda sim, o CFM recomenda a gestação, por meio de reprodução assistida, até os 50 anos. A mesma resolução determina que a idade máxima para doação de óvulos é 35 anos, e de espermatozoides é 50 anos.

Entre os especialistas em reprodução humana, a recomendação é de que a gestação em idade avançada exige uma avaliação médica prévia para que sejam identificados possíveis fatores de risco à saúde da gestante e do bebê. Além disso, mulheres jovens que decidirem adiar a maternidade em prol dos estudos ou da carreira devem procurar um especialista em reprodução humana para avaliar a possibilidade de congelar os óvulos para serem usados em um tratamento de fertilização no futuro.

Fatos e riscos da gravidez tardia

• Estudos revelam que a fertilização natural após os 40 anos é rara. Segundo a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, embora muitas mulheres hoje adotem hábitos saudáveis e tenham mais qualidade de vida, a melhoria na saúde não evita o declínio natural da fertilidade relacionado com a idade. Ou seja, a fertilidade diminui à medida que a mulher envelhece, pois há uma redução regular do número de óvulos nos ovários.

• A chance de uma mulher de 40 anos engravidar espontaneamente em um ciclo menstrual é de 8%, enquanto que em uma jovem de 25 anos é de 25%. Acima dos 50 anos, a gravidez espontânea é raríssima.

• Quando uma mulher tem uma gestação espontânea após os 40 anos, o principal problema é a qualidade dos óvulos da mulher. Isso resulta em maior incidência de alterações cromossômicas fetais, como a síndrome de Down (trissomia do cromossomo 21). Em gestantes com 40 anos a incidência é de um caso de síndrome de Down para cada 100 nascimentos. Com 45 anos, a incidência é de um caso para cada 20 nascimentos.

• Maior incidência de diabetes gestacional e hipertensão são outros principais riscos de uma gravidez tardia. Mas como são de fácil diagnóstico durante o pré-natal, essas doenças podem ser tratadas adequadamente, mantendo a gestante e o bebê saudáveis.

• Quando uma mulher com 45 anos ou mais engravida com seus próprios óvulos, a chance de aborto natural aumenta em 80%. Por esse motivo, muitas mulheres optam pela fertilização in vitro. Isso porque o tratamento utiliza os óvulos congelados previamente (antes dos 35 anos) pela paciente ou utiliza os óvulos de outra mulher, com idade inferior a 35 anos.

• Mesmo ao optar pela fertilização in vitro, os riscos da gravidez em idade avançada serão os mesmos: prematuridade, bebê com baixo peso, diabetes gestacional e hipertensão.

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Aleitamento materno

Já é bem estabelecida a importância do leite materno no desenvolvimento do bebê, protegendo-o de infecções, estimulando o seu sistema imunológico e fortalecendo o vínculo afetivo com a mãe.

Mas, agora, há um dado novo. Recente publicação em revista médica de trabalho realizado na Universidade Federal de Pelotas/RS analisou dados de 6000 bebês nascidos em 1982. Após 30 anos de acompanhamento, foi possível avaliar o QI ( quociente de inteligência), o grau de instrução e a renda mensal de cerca de 3500 deles.

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