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A infertilidade e o estresse

O estresse é uma resposta natural do nosso corpo diante de qualquer tipo de perigo ou pressão externa ou interna. E muitos pacientes que apresentam infertilidade acabam sofrendo de estresse devido à pressão própria, da família e dos amigos. Além da pressão por serem incapazes de ter um filho, estes pacientes sofrem com estresse causado pela rotina de tratamentos e exames para conseguirem engravidar.

Embora ter menos estresse enquanto realiza um tratamento de fertilidade não resulte, por si só, numa gravidez bem-sucedida, o ideal é que estes pacientes reduzam o estresse em sua vida. Isso porque o desenvolvimento de ações para enfrentar melhor o estresse no dia a dia associado com o diagnóstico e o tratamento da infertilidade pode ajudar um paciente a se sentir mais no controle da situação e melhorar, consequentemente, o seu bem-estar geral.

Estudos já demonstraram, inclusive, que o estresse influencia na tomada de decisões racionais e bem pensadas. Ou seja, reduzindo o estresse em seu dia a dia, um paciente com infertilidade poderá melhor pesquisar, explorar e ainda considerar todas as opções disponíveis para tratar o seu problema. Enfim, ao reduzir o estresse, os pacientes poderão analisar de forma mais eficaz os prós e contras de um tratamento e outro.

Como reduzir o estresse?

Para os pacientes com infertilidade, algumas técnicas são mais recomendadas para reduzir a sensação de estresse. Confira:

– acupuntura;
– exercício aeróbico;
– ouvir música;
– massoterapia;
– meditação;
– psicoterapia e terapia cognitivo-comportamental;
– livros de autoajuda;
– grupos educativos de apoio;
– ioga.

* Para saber mais, consulte um médico especialista em reprodução humana.

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Fertilização in vitro e câncer de mama

outubro-rosaO câncer de mama está relacionado a fatores de risco como:

– idade precoce da primeira menstruação,
– menopausa tardia,
– obesidade pós-menopáusica,
– mulheres que nunca tiveram filhos,
– mulheres que tiveram seu primeiro filho com idade avançada.

Também níveis elevados do hormônio estrogênio estão associados com risco maior de câncer de mama. Por outro lado, a remoção cirúrgica dos ovários exerce um efeito protetor contra o câncer de mama.

Recente publicação em revista médica revisou artigos que abordavam o risco das medicações estimuladoras da ovulação para fertilização in vitro e câncer de mama. Os resultados mostraram que, até o momento, as medicações hormonais utilizadas para fertilização não aumentam o risco de câncer de mama e, embora mais estudos estejam sendo realizados, o seu uso tem se mostrado seguro para as mulheres.

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38 anos de fertilização “in vitro”

fertilizacao-invitroEm 1978, nascia na Inglaterra o primeiro bebê de fertilização “in vitro”. Na ocasião, a paciente apresentava obstrução nas trompas e, utilizando uma técnica cirúrgica, a equipe médica retirou o óvulo de seu ovário para que fosse fertilizado em laboratório. Alguns dias depois, o embrião foi transferido para o útero da paciente. Meses mais tarde nasceu Louise Brown, um bebê saudável que hoje está com 38 anos e também já é mãe.

Ao longo deste período, muitos avanços surgiram nesta área, como medicações hormonais para estimular a liberação de vários óvulos, técnicas de congelamento de embriões e óvulos, diagnóstico genético de embriões, técnicas de injeção de espermatozoides para homens com alterações na quantidade e na qualidade do sêmen, entre outros. Além disso, os procedimentos que eram hospitalares passaram a ser realizados em clínicas, sem a utilização de cirurgia, somente utilizando ecografia transvaginal.

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Reprodução assistida e desenvolvimento dos bebês

desenvolvimento-bebesRecente estudo publicado em revista médica especializada em Pediatria analisou o desenvolvimento neurológico de mais de 1.800 crianças que nasceram após tratamentos de infertilidade (fertilização “in vitro”, inseminação intrauterina e indução da ovulação), comparando com o desenvolvimento de mais de 4.000 crianças nascidas espontaneamente.

Essa pesquisa acompanhou ambos os grupos de crianças durante os três anos iniciais de vida e os resultados mostraram que o desenvolvimento foi igual nos dois grupos. Segundo os pesquisadores, estes resultados dão segurança aos casais que procuram os tratamentos de reprodução assistida para formar suas famílias.

Publicado originalmente no blog Saúde e Reprodução

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Câncer e reprodução

Clínica Segir - Tratamentos oncológicos podem afetar a fertilidade. Uma opção é congelar óvulos e sêmen, preservando a fertilidadeO dia 4 de fevereiro foi escolhido como o Dia Mundial contra o Câncer. Embora se estime que mais de 7 milhões de pessoas morram por ano de câncer, os crescentes avanços nos tratamentos com cirurgia, quimioterapia e radioterapia têm aumentado os índices de cura. Desta forma, pacientes jovens com diagnóstico de câncer têm se curado e retomado sua vida, o que os leva a pensar em ter filhos mais adiante. Ocorre que muitos tratamentos oncológicos afetam a fertilidade, pois diminuem a reserva ovariana e a produção de espermatozoides.

Nestes casos, é possível preservar a fertilidade congelando óvulos e sêmen. Se, no futuro, estes pacientes ficarem definitivamente inférteis, eles poderão utilizar este material biológico congelado para engravidar.

Assim, a preservação da fertilidade através do congelamento de gametas, além de oferecer uma oportunidade para a concepção após os tratamentos oncológicos, proporciona melhora na autoestima e nas perspectivas dos pacientes jovens com câncer.

 

Postado por Isabel de Almeida

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