Em 2010 a pílula anticoncepcional completou 50 anos.
O surgimento desta medicação marcou o início de uma nova era, desvinculando a sexualidade da reprodução. A primeira consequência do controle da natalidade foi a melhora da qualidade de vida da população em geral, e da mulher em particular, com redução significativa dos índices de mortalidade materno-infantil. Além disto, a pílula anticoncepcional propiciou que a mulher pudesse ter um maior controle no processo reprodutivo, favorecendo sua ascensão profissional e propiciando uma maior satisfação sexual, uma vez que os temores de uma gestação não planejada estavam mais afastados.
Por outro lado, até meio século atrás, pensar em concepção desvinculada da idéia de relação sexual era considerada ficção científica. Esta realidade só veio a ser modificada quando, em 1978, nascia na Inglaterra o primeiro bebê de proveta, obtido através da fertilização do óvulo pelo espermatozóide fora do ambiente materno, em laboratório.
Esta tecnologia significou o surgimento do que hoje chamamos de Reprodução Assistida e modificou a relação entre sexualidade e reprodução. Além de proporcionar que casais inférteis obtenham gestação, as tecnologias da reprodução têm trazido perspectivas novas como preservação da fertilidade em pacientes jovens com câncer, diagnóstico de doenças genéticas em embriões, além de discussões sobre reprodução após menopausa, reprodução entre casais homossexuais, doação de óvulos e espermatozóides, entre outros.
Sem dúvida, os últimos 50 anos têm trazido novas discussões acerca das relações interpessoais, sobre sexualidade e sobre reprodução. Muitas questões éticas têm se colocado, na medida que as novas tecnologias do processo reprodutivo beneficiam muitas pessoas, mas levantam questionamentos éticos e e morais em outras.

Este ano a pílula anticoncepcional está completando 50 anos.O surgimento desta medicação marcou o início de uma nova era, desvinculando a sexualidade da reprodução. A primeira consequência do controle da natalidade foi a melhora da qualidade de vida da população em geral, e da mulher em particular, com redução significativa dos índices de mortalidade materno-infantil. Além disto, a pílula anticoncepcional propiciou que a mulher pudesse ter um maior controle no processo reprodutivo, favorecendo sua ascensão profissional e propiciando uma maior satisfação sexual, uma vez que os temores de uma gestação não planejada estavam mais afastados. Por outro lado, até meio século atrás, pensar em concepção desvinculada da idéia de relação sexual era considerada ficção científica. Esta realidade só veio a ser modificada quando, em 1978, nascia na Inglaterra o primeiro bebê de proveta, obtido através da fertilização do óvulo pelo espermatozóide fora do ambiente materno, em laboratório.Esta tecnologia significou o surgimento do que hoje chamamos de Reprodução Assistida e modificou a relação entre sexualidade e reprodução. Além de proporcionar que casais inférteis obtenham gestação, as tecnologias da reprodução têm trazido perspectivas novas como preservação da fertilidade em pacientes jovens com câncer, diagnóstico de doenças genéticas em embriões, além de discussões sobre reprodução após menopausa, reprodução entre casais homossexuais, doação de óvulos e espermatozóides, entre outros. Sem dúvida, os últimos 50 anos têm trazido novas discussões acerca das relações interpessoais, sobre sexualidade e sobre reprodução. Muitas questões éticas têm se colocado, na medida que as novas tecnologias do processo reprodutivo beneficiam muitas pessoas, mas levantam questionamentos éticos e e morais em outras.

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